domingo, 23 de setembro de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Nasa divulga imagem detalhada do local de pouso do robô Curiosity

Uma ampla imagem em alta resolução de Marte, obtida pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da agência espacial americana (Nasa), mostra o local exato do pouso do robô Curiosity, no dia 6. O registro foi feito há três dias.
O jipe aterrissou na Cratera Gale, ao sul do equador do planeta vermelho, e mais abaixo fica o Monte Sharp, que tem cerca de 5 km de altura.
As cores foram alteradas para destacar as diferenças na composição da superfície marciana. Uma área de dunas pode ser vista em tonalidades profundas de azul – que na realidade são cinza. Montes e planaltos também fazem parte do terreno ao redor do Monte Sharp.
Curiosity pouso Marte (Foto: Nasa/JPL-Caltech/University of Arizona/Reuters)Curiosity aparece em destaque, no topo da imagem (Foto: Nasa/JPL-Caltech/University of Arizona/Reuters)
O Curiosity aparece no topo da imagem, como um objeto circular e azul. Ele está a cerca de 300 metros da parte inferior da foto, que foi bastante ampliada.
Abaixo, está a Cratera Gale, que tem aproximadamente o tamanho dos estados americanos de Connecticut e Rhode Island juntos.

sábado, 12 de maio de 2012

Pasadena, Califórnia - a sonda Dawn forneceu aos pesquisadores com a primeira análise orbital do asteróide Vesta gigante, gerando novos insights sobre sua criação e de parentesco com os planetas terrestres ea lua da Terra

 
Vesta agora foi revelado como um fóssil especial do sistema solar com uma superfície mais variado, diverso do que se pensava inicialmente. Os cientistas confirmaram uma variedade de maneiras em que Vesta mais se assemelha a um pequeno planeta ou lua da Terra do que outro asteróide. Os resultados aparecem na edição de hoje da revista Science.
"A visita da Dawn para Vesta confirmou nossas teorias gerais da história deste asteróide gigante, enquanto ajuda a preencher em detalhes, teria sido impossível saber de longe", disse Carol Raymond, investigador principal adjunto de Propulsão a Jato da Nasa Laboratory, em Pasadena, Califórnia "residência Dawn em Vesta de quase um ano fez com que o asteróide planeta-como qualidades óbvias e mostrou-nos a nossa ligação ao orbe brilhante em nosso céu noturno."
Os cientistas agora ver Vesta como um bloco de construção em camadas, planetário com um núcleo de ferro - o único a sobreviver aos primeiros dias do sistema solar. Complexidade geológica do asteróide pode ser atribuída a um processo que separava o asteróide em um núcleo manto crosta, e de ferro com um raio de aproximadamente 68 milhas (110 km) cerca de 4.560 milhões anos atrás. A lua planetas terrestres e da Terra formado de maneira semelhante.
Amanhecer observado um padrão de minerais expostos por cortes profundos impactos criados pela rocha espacial, que pode suportar a idéia de que o asteróide já teve um oceano de magma abaixo da superfície. Um oceano de magma ocorre quando um corpo sofre fusão quase completa, levando a blocos de construção em camadas que podem se formar planetas. Outros órgãos com oceanos de magma acabou se tornando partes da Terra e outros planetas.
Os dados também confirmam um grupo distinto de meteoritos encontrados na Terra fez, como teorizado, são originários de Vesta. As assinaturas de piroxênio, um mineral de ferro e magnésio-ricos, nos meteoritos coincidir com os de rochas na superfície de Vesta. Esses objetos representam cerca de 6 por cento de todos os meteoritos visto caindo na Terra.
Isso faz com que o asteróide das maiores fontes individuais de meteoritos da Terra. A descoberta também marca a primeira vez que uma nave espacial tem sido capaz de visitar a fonte de amostras depois de terem sido identificados na Terra.
Os cientistas sabem agora topografia de Vesta é bastante íngreme e variada. Algumas crateras Vesta formado em encostas muito íngremes e têm lados quase verticais, com deslizamentos de terra que ocorrem com mais freqüência do que o esperado.
Outro resultado inesperado foi que o pico central do asteróide na bacia Rheasilvia no hemisfério sul é muito maior e mais ampla, em relação ao seu tamanho da cratera, que os picos centrais das crateras em órgãos como a nossa lua. Vesta também tem semelhanças com outros de baixa gravidade, como pequenos mundos de Saturno luas geladas, e sua superfície tem manchas claras e escuras que não correspondem aos padrões previsíveis sobre a lua da Terra.
"Nós sabemos muito sobre a lua e nós estamos apenas chegando até a velocidade de agora Vesta", disse Vishnu Reddy, um membro da equipa de enquadramento da câmera no Max Planck Institute for Solar System Research, na Alemanha e na Universidade de Dakota do Norte em Grand Forks. "Comparando os dois dá-nos duas histórias de como esses gêmeos fraternos evoluiu no sistema solar."
Dawn revelou detalhes de colisões em curso que golpearam Vesta longo de sua história. Cientistas alvorecer agora pode datar os dois impactos gigantes que martelados hemisfério sul de Vesta e criou o Veneneia bacia cerca de 2 bilhões de anos atrás e na bacia do Rheasilvia cerca de 1 bilhão de anos atrás. Rheasilvia é a maior bacia de impacto sobre Vesta.
"As grandes bacias de impacto na Lua são todos bastante antigo", disse David O'Brien, um amanhecer participando cientista do Instituto de Ciências Planetárias em Tucson, Arizona "O fato de que o maior impacto sobre Vesta é tão jovem foi surpreendente."
Lançado em 2007, Dawn começou a explorar Vesta em meados de 2011. A espaçonave partirá Vesta em 26 de agosto para o seu objectivo próximo estudo, os planeta anão Ceres, em 2015.
Missão Dawn para Vesta e Ceres é gerenciado pelo JPL para Missões Científicas da NASA em Washington Direcção. Dawn é um projeto do Programa da Direcção Discovery gerido pelo Marshall da NASA Space Flight Center em Huntsville, Alabama UCLA é responsável para a ciência geral Alvorada missão. Orbital Sciences Corp, em Dulles, Virgínia, projetou e construiu a nave espacial. O Centro Aeroespacial Alemão, o Instituto Max Planck para Pesquisas do Sistema Solar, a Agência Espacial Italiana e do Instituto Nacional Italiano de Astrofísica são parceiros internacionais sobre a equipe da missão. O Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena gerencia JPL da NASA.
Para mais informações sobre a missão Dawn, visite: http://www.nasa.gov/dawn e http://dawn.jpl.nasa.gov .

terça-feira, 27 de março de 2012

Objeto que caiu do céu no MA seria tanque de foguete, diz Marcos Pontes

Um objeto que caiu do céu e assustou moradores de duas cidades do Maranhão na quarta-feira de Cinzas é provavelmente um tanque de um foguete utilizado para lançar satélites ao espaço, afirmou ao G1 o astronauta brasileiro Marcos Pontes.

O globo metálico foi encontrado por moradores de um povoado de Anapurus, a 280 km de São Luís, onde caiu a 6 metros de uma casa. A FAB (Força Aérea Brasileira) informou que vai investigar a origem do objeto.

O G1 consultou especialistas em engenharia aeroespacial que afirmam haver grande possibilidade de a peça ser lixo espacial, assim como um pesquisador espacial ouvido pela agência russa Ria Novosti. Um centro de estudos espaciais americano previa a reentrada de um fragmento de foguete no dia 22 de fevereiro na atmosfera terrestre, próximo ao local onde a peça foi encontrada.

Segundo Pontes, que viu as imagens, "pelo tamanho, pelo aspecto, parece um tipo de um balão, um reservatório de algum tipo de combustível para controle de atitude [posição] de foguete ou de satélite", avalia o primeiro brasileiro a viajar para o espaço, em março de 2006. "Foguete é mais provável ainda. É a possibilidade mais plausível."
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Moradores de povoado no Maranhão dizem que objeto caiu do céu

Segundo Pontes, "os tanques de nitrogênio [material usado para movimentar as válvulas de controle de combustível para foguetes de propulsão líquida] quase todos têm esse formato. Um globo é o mais lógico para manter pressão alta, como uma bolha de sabão, que fica esférica, com pressão para todos os lados. É a melhor forma de distribuição de energia", explica.

A Aeronáutica informou na tarde desta sexta-feira (24) que técnicos do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, foram até o local buscar a peça.

Alvoroço
O objeto, encontrado por um morador do povoado de Moraes, provocou alvoroço também entre os 10 mil habitantes de Mata Roma, município vizinho. José Valdir Mendes, 46 anos, afirmou que a peça, do tamanho de um botijão de gás, com mais ou menos 30 kg, é oca e deixou um buraco de cerca de 1 metro em seu quintal.

“Escutei o barulho, tremeu até a perna. Fui olhar o que era. Pensei que era um avião que tinha caído, ou um terremoto”, contou. “Foi um alvoroço enorme aqui. Alguns com medo e receio com aquela história de 2012. Outros dizendo que era ‘alien’. Mas creio que é uma peça de satélite que caiu do espaço mesmo”, afirmou o professor Max Mauro Garreto, 25, morador de Mata Roma.

Internautas do G1 também enviaram suas hipóteses para o mistério: seria a bola um babaçu gigante, comum no estado? Uma bola que caiu da árvore de Papai Noel? A barriga da falsa grávida do interior paulista ou um ovo de coruja? Uma bola de um gol perdido do jogador Deivid ou um pênalti batido por Elano na Copa América? Alguns reclamaram ainda que o objeto errou o alvo e deveria ter caído em Brasília e muitos têm a mesma opinião de especialistas: seria um tanque de combustível de um foguete.

Lixo espacial
A agência de notícias russa Ria Novosti repercutiu o caso nesta sexta (24) e, segundo um especialista ouvido, a peça pertenceria a um foguete da família Ariane do consórcio espacial europeu Arianespace, responsável também pelo russo Soyuz e o italiano Vega. O foguete é lançado da base de Kuru, na Guiana Francesa, para colocar satélites em órbita.

A informação foi divulgada no site em francês da agência, que entrevistou o pesquisador espacial Igor Lissov. "Pode-se afirmar com alto grau de probabilidade que o balão esférico descoberto no estado do Maranhão é um fragmento do terceiro estágio do lançador europeu Ariane-4 lançado em 1997 do centro espacial de Kourou", disse Lissov. Segundo ele, comunicados entre pesquisadores norte-americanos confirmam a informação.

Trajetória.
A possibilidade de a peça pertencer a um foguete se explica, segundo Marcos Pontes, também pelo local onde o objeto metálico caiu e pelo estado em que foi encontrado. "A trajetória dele fica mais para o norte, ou seja, a peça teoricamente cairia no meio do oceano Atlântico. Seria mais provável. Mas pela proximidade, pode até ser de ele chegar por ali, no Maranhão", diz Pontes.

Além disso, explica ele, o foguete "sai do zero e passa por diferentes velocidades na atmosfera". "Esses objetos que estão no espaço em órbitas baixas, com o tempo vão perdendo velocidade e começam a reentrar. Sendo de um foguete, ele teria menos chance de queimar totalmente nessa entrada."
Tanque de combustível do Ariane 5 (Foto: Divulgação/Formtech)Tanque de combustível do Ariane 5
(Foto: Divulgação/Formtech)

No Brasil, especialistas em engenharia aeroespacial afirmam que é difícil ter certeza absoluta sobre a origem da peça, mas que se trata, pelas circunstâncias, de lixo espacial. Segundo o coronel aviador da reserva Sebastião Gilberti Maia Cavali, que foi chefe da Divisão de Projeto Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Aeronáutica, não é uma peça de avião.

“De avião não é. Há várias hipóteses de ser um lixo espacial. É um reservatório de alguma coisa, de combustível, isso é certeza. Pode ser um lixo espacial de satélite ou de foguete, ou também podia estar em um balão, pode ter caído de algum outro equipamento”, diz.

De acordo com a Agência Espacial Europeia, os foguetes Ariane possuem tanques de combustível de titânio com um propelente chamado Hidrazina (N2H4). A imagem à esquerda é de um tanque do Ariane 5, um foguete que substituiu o Ariane 4. O G1 entrou em contato com a Arianespace para saber se a peça pertence ao foguete, mas ainda não obteve retorno.

O astronauta brasileiro afirma que a hidrazina é um dos combustíveis utilizados em propulsão mais fina, de foguetes pequenos, e poderia estar presente na esfera encontrada. "Mas é improvável, porque essa substância é usada geralmente só no espaço para mudar nesses foguetes. Se fosse, seria extremamente tóxica. Se quem mexeu não começou a ter reações sérias na pele em 15 minutos, provavelmente não é."

Local de queda
Segundo um centro de estudos americano especializado em lixo espacial, havia previsão de que fragmentos do foguete Ariane 4 readentrassem a atmosfera terrestre no dia 22 de fevereiro às 5h22 (horário de Brasília de verão) em qualquer um dos pontos nas linhas azul e amarela do mapa:
Segundo o centro de estudos americano especializado em lixo espacial, havia previsão de que fragmentos do foguete Ariane 4 readentrassem a atmosfera terrestre no dia 22 de fevereiro às 5h22 (horário de Brasília de verão) (Foto: Reprodução/Center For Orbital and Reentry Debris Studies)Linha mostra pontos prováveis em que peça teria readentrado a atmosfera terrestre (Foto: Reprodução/Center For Orbital and Reentry Debris Studies)

A Nasa possui um programa específico de monitoramento do lixo espacial e um manual em seu site alertando sobre esse tipo de material (veja aqui em inglês). Segundo a agência, existem hoje milhares de objetos orbitando em torno da Terra e outros milhões muito pequenos para serem rastreados, uma verdadeira poluição espacial. A grande maioria se deteriora ao retornar à atmosfera, outros objetos, não.
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Esfera metálica de 6 quilos achada na Namíbia pode ter vindo do espaço
Lixo espacial polui órbita do planeta

No Brasil, outra bola metálica caiu no município de Montividiu, em Goiás, em março de 2008, a 150 metros de uma casa. Dias depois, outro objeto despencou do céu, dessa vez na Austrália. E em dezembro de 2011, uma esfera caiu em uma região desabitada na Namíbia, país no sul da África.

Segundo a agência espacial americana, porém, a chance de ser atingido por um desses objetos de uma em um trilhão.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Nave espacial da NASA revela a atividade geológica recente na Lua

Novas imagens da Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) sonda mostram a crosta da lua está sendo esticado, formando vales minutos em algumas pequenas áreas na superfície lunar. Cientistas propõem essa atividade geológica ocorreu menos de 50 milhões de anos atrás, que é considerado recente em comparação à idade da lua de mais de 4,5 bilhões de anos. Uma equipe de pesquisadores que analisam imagens de alta resolução obtidos pelo Lunar Reconnaissance Orbiter Camera (LROC) mostram pequena , valas estreitas tipicamente muito mais do que eles são largos. Isso indica que a crosta lunar está sendo separada nesses locais. Estes vales lineares, conhecidos como graben, forma quando trechos A crosta da Lua, pausas e desce ao longo de duas faltas delimitadora. Um punhado destes sistemas Graben foram encontrados em toda a superfície lunar.


"Acreditamos que a lua está em um estado geral de contração global por causa de resfriamento de um interior ainda está quente", disse Watters Thomas do Centro da Terra e Estudos Planetários na Nacional Smithsonian Air and Space Museum em Washington, e principal autor de um artigo sobre esta pesquisa aparece na edição de março da revista Nature Geoscience. "O graben dizer-nos as forças agindo para diminuir o tamanho da lua foram superadas em lugares por forças que atuam para puxá-lo à parte. Isto significa que as forças Contracional encolhendo a lua não pode ser grande ou o pequeno graben nunca poderia se formar."


Isso mostra a maior do graben detectada recentemente encontrado em terras altas do lado escuro lunar. A mais ampla graben é de cerca de 500 metros (1.640 pés) de largura e topografia derivados de Lunar Reconnaissance Orbiter Camera (LROC) Narrow Angle Camera (NAC) imagens estéreo indica que eles são quase 20 metros (quase 66 pés) de profundidade. (Crédito: NASA / Goddard / Arizona State University / Smithsonian Institution) > Aumentar a Imagem

Graben são depressões que se formam quando a crosta lunar foi esticado e separados. Este alongamento faz com que os materiais de superfície perto de quebrar ao longo de dois paralelos falhas normais, o terreno entre as falhas de gêmeos cai formando um vale. (Crédito: Arizona State University / Smithsonian Institution) > Aumentar a Imagem
A contração fraca, sugere que a lua, ao contrário dos planetas terrestres, não derreter completamente nos primeiros estágios de sua evolução. Em vez disso, observações suportam uma visão alternativa que só exterior da lua inicialmente derretido formando um oceano de rocha derretida. Em agosto de 2010, a equipe usou imagens LROC para identificar sinais físicos de contração na superfície lunar, na forma de lobo em forma de penhascos conhecidos como escarpas. As escarpas são a prova da lua diminuiu globalmente no passado geologicamente recente e ainda pode estar encolhendo hoje. A equipe de vi estas escarpas amplamente distribuído através da lua e concluiu-se encolhimento como o interior lentamente arrefecida. Com base no tamanho das cicatrizes, estima-se que a distância entre o centro da lua ea sua haste de superfície por cerca de 300 pés. O graben foram uma descoberta inesperada e as imagens fornecem evidências contraditórias que as regiões da crosta lunar também estão sendo separados. "Este separando diz-nos a lua ainda está ativo", disse Richard Vondrak, LRO Cientista de Projecto da NASA Goddard Space Flight Center, em Greenbelt, Md. "O LRO nos dá uma visão detalhada sobre esse processo." Como os avanços missão LRO e cobertura aumenta, os cientistas terão uma imagem melhor de como comum nestes graben jovens são e que outros tipos de características tectônicas estão nas proximidades. Os sistemas de Graben a equipe encontra pode ajudar cientistas a refinar o estado de tensão na crosta lunar. "Foi uma grande surpresa quando vi Graben nas terras altas lado mais distante," disse o co-autor Mark Robinson, da Escola da Terra e da Exploração Espacial Universidade Estadual do Arizona, principal pesquisador da LROC. "Eu imediatamente alvejado a área para imagens em estéreo de alta resolução para que pudéssemos criar uma visão tridimensional do graben. É emocionante quando você descobre algo totalmente inesperado e apenas cerca de metade da superfície lunar foi fotografada em alta resolução. Há muito mais da lua a ser explorado. " A pesquisa foi financiada pela missão LRO, atualmente em Missões Científicas da NASA Direcção na sede da NASA em Washington. LRO é gerido pela NASA Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Md.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Raio X super potente pesquisará o centro da Terra

Mais complicado que explorar milhares de unidades astronômicas é saber como é o centro de nossa própria Terra; onde se originam os campos magnéticos e os terremotos que trazem tanta destruição. Todos os experimentos que buscam imitar as condições que mais ou menos supomos que existam lá por baixo, são inexatos por desconhecer as reais características das primeiras camadas do planeta que habitamos.

Porém, umas novas instalações de transmissão de raios X poderiam melhorar este aspecto e dar uma ideia mais aproximada do que realmente ocorre no núcleo terrestre. The European Synchrotron Radiation Facility (ESRF), localizado em Grenoble, França, está inaugurando seu novo Raio ID24, que começará a executar experimentos na próxima primavera (da Europa). O dispositivo permitirá aos cientistas registrarem as temperaturas precisas e pressões em metais que interagem no centro do planeta, assim como estudá-los e compreendê-los melhor. Da mesma maneira, poderão ser estudados novos catalizadores químicos e tecnologia de baterias, entre outras reações atômicas.

Tudo isso através de um síncrotron (tipo de acelerador de partículas)o qual aproveita a radiação eletromagnética de partículas para gerar imagens científicas. As fontes de luz síncrotron implementam uma série de campos magnéticos para dobrar esta radiação em diferentes distâncias de ondas de luz.

A linha de luz tem detectores de germânio que podem levar até um milhão de medições por segundo, segundo o ESRF. Desta maneira, os cientistas poderiam tomar uma pequena mostra de ferro, colocá-lo na linha de luz e esquentá-la às temperaturas do núcleo terrestre e ver o que acontece.

O ID24 é o primeiro de oito novos raios de luz do ESRF e faz parte de um investimento de US $ 245 milhões.



Link: Super-Poderosas X-Ray Probe feixe do Centro da Terra (Pop Sci)

Encontraram água líquida na superfície de Europa, lua de Júpiter

Em um achado significativo na busca por vida fora da Terra, os cientistas da Universidade do Texas em Austin e em outros países descobriram o que parece ser um corpo de água em estado líquido do volume dos Grandes lagos da América do Norte entre a camada de gelo da lua de Júpiter Europa.

A água pode representar um habitat potencial para a vida, e muitos mais lagos como ele podem existir em todas as regiões da lua.

Aumentando ainda mais o potencial para a vida, o lago recém-descoberto é coberto por plataformas de gelo flutuantes que parecem estar em colapso, fornecendo um mecanismo para a transferência de nutrientes e energia entre a superfície e um vasto oceano existente abaixo da camada de gelo.

A pesquisa foi financiada pelo Instituto de Geofísica da Universidade do Texas em Austin, a Fundação Vetlesen e a NASA.